domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Trabalho dignifica o homem
sábado, 15 de maio de 2010
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Passamos em média 14 horas envolvido com trabalho entre saída e chegada, saímos e ainda não amanheceu, chegamos e já anoiteceu,
Passamos mais tempo com os “colegas de trabalho” do que com os nossos familiares, nos preocupamos mais com os problemas da empresa, do que com os nossos.
Comemos mau, com pressa, pois uma hora é o que o capitalismo exige, quando permite.
Atrasos não são tolerados, temos metas, prazos, pois, “tempo é dinheiro”, e não podemos perder dinheiro.
Que dignidade é essa, quem inventou essa lógica?
Às vezes passamos meses, anos, a vida com causas que não são as nossas, que não nos pertence, que não acreditamos.
Deveríamos trabalhar sim, mas, por nós, para nós, estou pensando na próxima “lojinha”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
A causa Palestina
quarta-feira, 21 de abril de 2010
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Acredito que a autoridade palestina como um todo vem amadurecendo, os Palestinos estão de fato querendo um estado, agora será necessário criar as instituições que alicerce a democracia.
A autoridade palestina foi firme em dizer NÃO, as pressões Israelenses e Americanas, lado positivo disso, é que me parece que existe uma atmosfera no reconhecimento do estado Palestino mesmo sem o acordo de paz com Israel e isso é muito positivo.
O mais interessante é que Bibi (Netanyahu) e seu ministro de relações (Grosserias) exteriores o chanceler Avigdor Lieberman conseguiu o que nenhum governante árabe conseguiu, criar um consenso do estado palestino com data fixada, independentemente de acordo de paz.
Também é importante destacar que em Gaza, está surgindo um movimento que se opõe a ocupação de forma pacifica, e somente assim, com a paz é que os Palestinos conseguirão formar um estado ao lado de Israel, convivendo de forma harmônica, respeitosa, e prospera.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Passei na Federal...
sábado, 27 de fevereiro de 2010
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Hoje quero compartilhar a alegria de passar na Universidade federal, porém, tenho uma ressalva a fazer, achei que seria emocionante, mas, não foi, fiquei alegre, mas, somente, isso...
Minha esposa também ficou muito feliz, acho que mais do que eu, não que eu não quisesse estudar , muito pelo contrario, mas, hoje tenho projetos muito maiores, pois é, maior do que matemática, na federal, quem me conhece sabe o quanto quis isso, matemática, na federal, mas, estranhamente isso não mexeu emocionalmente comigo...
Fico mais feliz em ver minha esposa com olhos reluzentes depois de ganhar uma “Melissa” (Espécie de Calçado, ou sandália de dedos, da moda, na qual minha esposa acredita que uma mulher, não possa viver sem pelo menos, uma duzia de cada coleção).
Obviamente meus olhos não ficam como os de minha esposa, principalmente quando olho o “saldo a pagar”.
Quero escrever um livro, ter um filho, acredito que isso, mexerá com o meu lado emocional.
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