domingo, 24 de janeiro de 2010

O homem e o trabalho

domingo, 24 de janeiro de 2010 0


O significado trabalho mudou muito desde que, se registrou no Egito antigo os primeiros relatos de trabalho.
No Egito, os judeus eoutros povos eram escravos dos egípcios, na Grécia, as pessoas que eram capturadas se tornavam prisioneiras de guerra e, portanto escravos dos vitoriosos. Isso, porque na antigüidade e na idade média, o trabalho era associado à escravidão, a pobreza, resumindo a algo ruim.
Em 1867, um judeu de sobrenome Marx tentou explicar, no que mais tarde se tornaria um clássico para a esquerda, como o modo de produção capitalista, se apropriava do trabalho do proletariado, e como esse sistema era prejudicial para a sociedade como um todo; ele acreditava que em algum momento o proletariado se revoltaria e faria uma revolução comunista, algo que nunca aconteceu e os países que se dizem comunistas, não passam de ditaduras que oprime seu povo.
Nesse contexto, é nítido de que a melhor opção, de como uma nação deve ser conduzida é permitindo-se a livre iniciativa (Capitalismo), de modo a permitir o seu desenvolvimento econômico, inclusive com garantias jurídicas. Já no campo social, o estado deve atuar a fim de garantir o bem estar social, e o trabalho nessa complicada equação, tem um papel fundamental, como pré-requisito para cidadania, pois, quem trabalha, é respeitado no contexto social, paga impostos, consome e gera renda. Em contrapartida, não vemos, mais o trabalho com algo negativo, mas, há um conflito com os que retêm os meios de produção, para a sociedade quanto mais pessoas trabalhando melhor, para o capitalista quanto menos pessoas melhor, nesse conflito de interesses os capitalistas estão dando de goleada no interesse social, um bom exemplo são as montadoras de automóveis, só a GM que nas décadas 70/80 empregava cerca de 40.000 trabalhadores em sua fabrica no ABC hoje emprega 3.000 trabalhadores.
O capitalismo tem uma dinâmica frenética, que busca a maximização do lucro, a sociedade tem o interesse de que todos os cidadãos tenham emprego e a ajude a compor um país mais prospero e melhor, Emprego nos tempos modernos será cada vez mais raro, nós devemos repensar em como e onde ocupar esse batalhão de desempregados que temos mas grandes cidades, proporcionar a eles um modo de sobrevivência que os permita ser cidadãos.

sábado, 28 de novembro de 2009

Democracia

sábado, 28 de novembro de 2009 0
Quando falamos em democracia, lembramos das liberdades individuais, lembramos da ditadura militar brasileira, e pensamos o quanto é bom viver em um país democrático.
Liberdade é algo tão necessário para o Homo sapiens, que muitos de nós perdeu a vida no passado e até hoje perdem a vida por causa da liberdade; na ditadura, centenas de pessoas foram assassinadas por não se calar ante as atrocidades dos militares.
Mas, até que ponto estamos dispostos a ceder em nome da democracia?
Me perguntei se eu seria capaz de entregar minha família em nome da democracia, e, cheguei à conclusão que não! Tudo tem limite até a busca pela liberdade.
No Iraque a ONU estima que aproximadamente 300 mil civis tenham morrido em nome desta “democracia”, calcula-se que se tenha gasto com a guerra cerca de 1,2 bi de dólares (equivale ao PIB da Índia em 2009), e o Iraque está pior do que no tempo do Saddan (que lembra Satã!).
Os americanos gastaram U$1,2 bi mataram 300 mil civis e nada de democracia, no lugar de democracia , corrupção generalizada, no lugar de liberdade, extremismo, no lugar de gratidão aos americanos, ódio.
Esse é apenas um dos resultados do que a política do medo pode causar em uma sociedade.
Essa política do medo aliada à arrogância do norte produziu milhares de órfãos, milhares de desabrigados, milhares de pessoas que odeiam com toda a sua alma a América e milhares de “terroristas” em potêncial esperando apenas uma oportunidade para fazer “justiça”.
Uma guerra, sem pé, sem cabeça, sem um por quê.
Espero que esta vontade americana de empurrar “democracia” goela abaixo aos outros perca o fôlego com essa burrada na terra que é o berço da civilização.

sábado, 31 de outubro de 2009

Corrupção

sábado, 31 de outubro de 2009 0


 Ao escrever a palavra corrupção logo me vem à cabeça (isso é automático) os políticos, como no Brasil corrupção e políticas são sinônimos, com cada vez mais exceções, na qual a regra é corromper-se, não só no sentido financeiro, mas, no sentido de colocar interesses pessoais acima do bem comum.
Acredito que, esse fenômeno se dá na política porque somos uma sociedade corrupta e a política é o reflexo da sociedade.
 Somos uma sociedade na qual cultua-se o “jeitinho brasileiro” de se dar bem, mas, isso tem conseqüências, e é o que vemos hoje, mais explicito nos políticos, mas, infelizmente, impregnado em toda a sociedade.
Precisamos ensinar nossas crianças sobre corrupção, seus efeitos devastadores, não incentivar ao “jeitinho”, punir todos os níveis de corrupção, massificar noções de direitos as nossas crianças, mas, principalmente noções de deveres, pois nós, nesse quesito, somos gerações perdidas.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

As instituições públicas brasileiras carecem de legitimidade

terça-feira, 6 de outubro de 2009 0
Caro leitor, entendo que, ao falar que as instituições brasileiras carecem de legitimidade pode parecer radical, mas, se observar a fundo a palavra LEGITIMIDADE (Caráter, estado ou qualidade do que é legítimo ou está de acordo com a razão, com a justiça ou com a lei.) concordará com minha opinião.
Sempre que pensamos em insuficiência ou ausência de legitimidade pensamos no congresso, com seus escândalos, atos secretos, mensalões entre outros...
Ora, na verdade a grande maioria das instituições tem pouca ou nenhuma legitimidade.
O legislativo é o poder com maior ausência de legitimidade, é tão ilegítimo a atual situação de legislativo brasileiro que o instituto Data Folha fez pesquisa de opinião perguntando se o Brasil deveria fechar o congresso...
Já a situação do judiciário é “menos ruim” que a do congresso, mas, não muito, 22% da população aprova o judiciário, 68% reprova, 10 % não opinaram.
Isso prova que apesar da euforia, as instituições brasileiras devem melhorar muito para ficar ruim...